Chamo de amor isso que trago no peito.
Latente ás entranhas que anseiam desejos...
Óculos á lua, face minguante do sol.
Que durante a noite, fazem-se dia em teus olhos...
Penso que quando existo em tua memória!
A lua, esta que alto brilha.
Responde ás mudanças do meu corpo,
Longo ao teu, também o mesmo plasma,
Unem-se indubitavelmente ás mares do mundo.
Para inundar-nos na certeza do amor um do outro!
Quero de perto olhar-te, e aqui no estômago.
Sentir o frio balé das asas de mil borboletas...
Esta aqui em mim, polinizando o teu néctar.
Enquanto busco falar-te á boca,
O silencio toque de minha língua.
E amar assim verdadeiramente o tempo ai teu lado...
Fazer das horas nosso brinquedo!
Meu tempo doado ao teu será somado;
Nesta vida a dois de amor e segredo.
Ricardo duque.
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